A mecânica orbital dos elevadores espaciais e a ciência dos nanotubos de carbono para vencer o poço gravitacional da Terra
A mecânica orbital dos elevadores espaciais e a ciência dos nanotubos de carbono para vencer o poço gravitacional da Terra Sempre que acompanhamos o lançamento de uma missão espacial moderna, a cena repete-se com a mesma imponência teatral de motores rugindo, colunas colossais de fogo e fumaça e foguetes de dezenas de andares subindo lentamente em direção aos céus. Conforme discutido em nossos artigos anteriores sobre as severas restrições logísticas da clássica equação de foguetes de Tsiolkovsky, os limites de empuxo na propulsão nuclear térmica e as alternativas extremas como a propulsão por antimatéria, a queima química de propelentes é um método brutalmente ineficiente. Mais de noventa por cento de todo o peso de um foguete na plataforma de lançamento é composto puramente por tanques de combustível e oxidante, queimados em poucos minutos apenas para acelerar a própria massa do propelente e conseguir colocar uma carga útil de poucos quilos em órbita baixa. Para superar essa barreira...