A mecânica quântica da propulsão por vela magnética e o freio de plasma interestelar para desacelerar espaçonaves relativísticas.
A mecânica quântica da propulsão por vela magnética e o freio de plasma interestelar para desacelerar espaçonaves relativísticas. Nas discussões sobre viagens pelas fronteiras do cosmos, o foco dos engenheiros e astrônomos recai quase sempre sobre o desafio de fazer uma nave ganhar velocidade. Conforme exploramos em nossos artigos anteriores sobre as velas fotônicas impulsionadas por laser de altíssima potência, a aceleração contínua por aniquilação de matéria e antimatéria e o estatorreator de Bussard com seu gigantesco funil coletor de hidrogênio no vácuo, acelerar uma sonda robótica ou uma cápsula tripulada até frações expressivas da velocidade da luz é um problema matemático e físico colossal. No entanto, existe um paradoxo prático que a ficção científica costuma ignorar com frequência: acelerar é apenas metade da jornada. Quando uma espaçonave atinge vinte, trinta ou cinquenta por cento da velocidade da luz em direção a um sistema planetário como Proxima Centauri, ela carrega cons...