A fotônica em silício que substitui elétrons por luz dentro dos microprocessadores do futuro. A busca incessante por maior capacidade de processamento na computação moderna atingiu um limite físico conhecido na engenharia de semicondutores como a barreira do calor resistivo. À medida que os transistores foram miniaturizados a escalas nanométricas e empacotados aos bilhões em pequenos circuitos integrados, a movimentação de elétrons através de conexões de cobre passou a gerar um nível insustentável de dissipação térmica e degradação de sinal. A resistência elétrica dos fios metálicos transforma uma fração considerável da energia consumida pelos servidores em calor inútil, exigindo sistemas de refrigeração colossais e impondo um teto de velocidade para o avanço da inteligência artificial e da supercomputação. Para contornar esse estrangulamento energético, a engenharia de fotônica em silício desenvolveu uma solução revolucionária: substituir a transmissão de eletricidade por feixes de l...